Crítica de Arte

A produção artística não é uma ciência, e nem está baseada em critérios objetivos, no entanto, a análise de uma obra pode ser considerada como tal, porque segue uma metodologia específica.

Existem críticos que analisam em função de seus gostos pessoais, mas para analisar tecnicamente uma obra, é preciso, além dos conhecimentos consistentes sobre História da Arte, estar isento.

 

Questionamentos que podem facilitar o entendimento de uma obra de arte

 

  • Quem é o artista que pintou?
  • Quando a obra foi feita?
  • Há fatos históricos?
  • Qual era o cenário?
  • Quais as influências recebidas pelo artista?

 

Há uma crítica contundente sobre o trabalho dos críticos de arte: principalmente quanto a arte contemporânea, que não possui distinção clara entre os objetos de arte dos objetos funcionais. Há casos de faxineiras demitidas por terem jogado fora alguma “obra de arte” pensando que era lixo

 

 

Alguns críticos brasileiros

 

Angelo Agostini

Aracy Amaral

Clarival do Prado Valladares

Daniel Piza

Davi Arriguci Jr

Ferreira Gullar

Geraldo Ferraz

Gonzaga Duque

José Guilherme Merquior

José Lino Grünewald

José Onofre

Lisetta Levi

Lourival Gomes Machado

Luis Antonio Girón

Mário Pedrosa

Mário Schenberg

Olívio Tavares de Araújo

Oscar Guanabarino

Otto Maria Carpeaux

Pardal Mallet

Paulo Mendes de Almeida

Ronaldo Brito

Sérgio Milliet

Sheila Leirner

 

A crítica deve focar apenas o objeto de arte, e nunca se dirigir ao autor da obra. Tampouco deve alimentar discussões. A análise deve ser somente uma referência para o público, uma opinião profissional. A crítica profissional não procura defeitos nem deseja diminuir a grandeza alheia.

 

O crítico pode influenciar no sucesso da obra: Marcel Proust deve parte de seu sucesso à divulgação feita pelo jornalista Edmund Wilson