Arte Bizantina

No ano de 395 d.C., Teodósio propôs dividir o Império Romano em Oriente e Ocidente. A parte oriental tinha sua sede localizada na antiga cidade de Bizâncio. Quando o imperador Constantino percebeu a posição comercial privilegiada da cidade, e suas condições de segurança, enviou para lá, arquitetos com a missão de remodelar a Capital, reinaugurada sob o nome de Nova Roma. O povo de lá, preferiu que a cidade fosse batizada com o nome do Imperador: Constantinopla, surgindo então o império Bizantino.

O Império romano do oriente resistiu mesmo quando o Império do Ocidente caía sob a ação dos bárbaros. Justiniano chegou a recuperar alguns territórios que haviam sido tomados.

O nome Constantinopla permaneceu até a tomada pelos turcos, em 1453, quando recebeu o nome de Istambul.

A arte bizantina recebeu grande influência dos gregos e romanos. Algumas pinturas dessa época refletem o vínculo entre o estado e a igreja, demonstrando a supremacia do espírito sobre a matéria. A expressão máxima desse período é o mosaico, ainda presente na catedral de Santa Sofia, cuja abóbada está erguida a uma altura de 55 metros.